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Quais atributos devem ter a liderança para as novas gerações

18 de abril de 2019 / Carreira / por Comunicação Krypton BPO

As diversas mudanças ocorridas na sociedade e o incremento da tecnologia trouxeram modificações também para as organizações, que hoje lidam com outro perfil de colaboradores, que trazem outras expectativas e demandas. As transformações dos costumes, dos valores, das leis, da ciência, da linguagem e especialmente o avanço das tecnologias, afeta em grande medida o desenvolvimento social e organizacional, o que requer mudanças em relação a processos organizacionais e também em relação à gestão de pessoas e ao estilo de liderança requerido.

Diferentes épocas demandam diferentes estilos de liderança, pois cada geração é afetada pelo momento histórico em que vive e seus membros trazem novos valores e anseiam por diferentes tipos de ambiente de trabalho e reivindicam novas atitudes das lideranças.

A geração Y, também conhecida como Millenials, composta por pessoas nascidas entre 1980 e 1999, levou às organizações um grupo com expectativas bem diferentes das gerações antecessoras (Geração X e Baby Boomers), o que trouxe desafios para os modelos tradicionais de liderança. Essa geração valoriza muito mais a qualidade de vida, preferindo, muitas vezes, tomar decisões de carreira baseadas no seu bem-estar em detrimento de outros aspectos como a remuneração ou status. Além disso, são críticos em relação a padrões ou relações estereotipadas.

Atualmente, temos vivenciado o ingresso no mercado de trabalho, de outro grupo de pessoas, os nascidos a partir do ano de 1995, conhecido como a geração Z. Os membros da geração Z cresceram em um ambiente de onde há uma ampla disponibilidade de acesso a internet e a informação e, muitas vezes, preferem trabalhar e se comunicar virtualmente, além de controlar seu próprio tempo e seu ritmo de trabalho e lazer. Essa geração valoriza ainda mais a flexibilidade e a liberdade, e seus membros buscam por ambientes onde possam prosperar e se mostram mais abertos ao risco e são mais tolerantes com as diferenças raciais, religiosas e sexuais.

As gerações Y e Z que cresceram em um mundo cada vez mais tecnológico e dominado pela revolução digital. Eles possuem valores, demonstram atitudes, fazem escolhas e defendem preferências de modo completamente diferente de seus predecessores. Assim, esses colaboradores também esperam das empresas e das lideranças outra postura.

Diante desse novo contexto, as empresas devem se atentar para capacitar seus lideres, já que os trabalhadores das gerações Y e Z requisitam estilos de liderança onde elementos como autoridade, atitudes, fatores motivacionais e sistema de avaliação diferencia-se em muito dos modelos tradicionais. Entre os atributos que a liderança deve ter para lidar com as novas gerações estão:

  • Lideranças flexíveis e adaptáveis, que reconheçam e valorizem as diferentes habilidades dos seus liderados. Lideres que conseguem conduzir as diferentes perspectivas em um grupo de trabalho e agir de forma mais igualitária, reconhecendo os esforços de seus liderados e resultados parciais são melhores aceitos;
  • O líder deve ter habilidade de formar ou incluir-se em comunidades de interesse, deixando claro seu saber e o que ainda não sabe, sendo capaz de mobilizar suas redes de relacionamento para alcançar os objetivos;
  • Ser capaz de fomentar a cultura da mudança constante e o uso pleno da tecnologia. As novas gerações esperam que seus lideres estimulem cada vez mais a utilização de processos automatizados ou robotizados que permitam a otimização continua das tarefas;
  • Forneça autonomia e espaço para que os liderados busquem seus próprios recursos e compartilhem com os demais as informações em tempo real;
  • Ser um líder capaz de inspirar e estabelecer-se dentro do grupo como um comportamento. Tornando-se uma figura vista como participante do grupo e que funcione como um mentor, valorizando seus liderados diante dos objetivos e não somente para os objetivos.

Nesse novo contexto, a liderança torna-se mais uma posição que deve ser redistribuída ao longo dos projetos para aqueles colaboradores que detenham maior capacidade ou melhores informações, do que um cargo ou uma função estanque e hierárquica.

Por fim, é importante que o líder invista em novos talentos e incentive à diversidade e o combate ao preconceito, encontrando o que é comum às diferenças e trabalhando para construção do bem comum.

Fonte: Blog RH

Imagem: Projetado pelo Freepik

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